domingo, 29 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Asas ao amor!!
O amor não é tão confuso assim, somos nós que fazemos dele um labirinto. Criamos muros, trancamos portas, fechamos janelas e transformamos o amor no
prisioneiro de nossas próprias desilusões.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Desapego
Eu me permito sofrer com uma ausência e chorar quando ela dói.
Não fujo, não a repreendo, mas também não a retenho. Eu deixo que ela
venha e que volte sempre que precisar
mas não que fixe residência no
meu coração.
Uma coisa é sentir saudade, outra coisa é enraizar este sentimento
e apenas desejar que o tempo volte. Tem coisas que simplesmente não voltam. Elas não
foram feitas para permanecer e sim para passar...Passar e ensinar.
O coração
precisa de espaço para guardar coisas novas.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
De mãos dadas
Em meio a tantos troncos e barrancos encontrados pelo caminho me deparei com a Confiança sorrindo p/ mim, dizendo:
-“Vem, me segue! Ainda tem muita coisa bonita pela frente.
E lá vou eu ao lado dela..
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Quando é necessário falar...
Algumas
situações delicadas nos roubam a coragem de assumir nossas opiniões. São
momentos em que as nossas vontades contrariam o sentimento ou o desejo de outra
pessoa. Mas como falar que os desejos são contrários sem deixar uma ferida que
venha afetar a relação?
É praticamente impossível lidar
com uma situação como esta sem criar um clima estranho, afinal é a afinidade de
objetivos que mantém boa parte das relações acesas. Ao mesmo tempo em que é
impossível não causar desconforto no outro, também é impossível não causar a
própria insatisfação quando a gente se vê obrigado a sufocar uma opinião
extremamente relevante para nós.
É claro que precisamos sim, e
muito, trabalhar a flexibilidade nas relações, mas isso precisa acontecer de
uma forma que ela não se torne contrária aos nossos próprios desejos. A
flexibilidade só tem sentido quando se faz por entendimento, não por
obrigação. Muitas vezes é preciso falar e fazer-se compreendido para que nós
mesmo não nos tornemos violadores dos próprios sentimentos. São duas pessoas,
dois corações em jogo, ambos têm o mesmo peso e a mesma importância.
Infelizmente não podemos passar
pela vida sem magoar ninguém, nem muito menos sem nos magoarmos. Como lidar com
isso é um aprendizado que vai durar toda nossa existência. O importante é não
esquecer que uma relação para ser saudável necessita de equilíbrio. Você fala,
o outro escuta e vive-versa.
Falar, Ouvir e Compreender...três
verbinhos básicos para a sobrevivência de nossas relações.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
E se bateu a saudade??
Quem fala que é ruim ficar lembrando do que já passou não sabe o que é sentir aquela saudadezinha boa, gostosa, de um tempo bom e bem vivido!
Saudade nem sempre é sinônimo de dor. Ela pode ser sinômino de bem viver, de bem querer, de bem sentir...de BEM AMAR!
Nada de drama..."ter saudade até que é bom. É melhor que caminhar vazio." Olha aí o Peninha falando!!!!
domingo, 8 de janeiro de 2012
Namorados à tiracolo
E assim vão vivendo muitas de nós...com namorados à
tiracolo!
Que namorar é bom ninguém duvida, mas nem sempre o momento
pede um companheiro do lado. Quando não conseguimos dar 50% de nós a nós mesmos
como dividir isto com uma outra pessoa?
Na maioria das vezes acabamos nos sufocando em
relacionamentos superficiais por não compreender que antes de sair prometendo o
coração para alguém precisamos ter a certeza que ele ainda é nosso. Ou se foi
perdido pelo caminho.
Para as mulheres lidar com a solteirice sempre foi complicado.
A sociedade julga, a família cobra, os amigos sacaneam....e a gente se deixa
levar por tudo isso, internaliza a sensação de fracasso e começa,
desesperadamente, a procurar alguém que o ocupe o lugar de namorado. E por
dentro, como fica? histórias mal acabadas, feridas abertas, auto-estima
prejudicada. As mesmas dores, agora camufladas.
Com o tempo e algumas doloridas experiências a gente aprende
que mais vale estar inteira e sozinha que despedaçada com um homem do lado.
Vale mais manter-se bem consigo mesma, corpo, alma, cabelo e atitude que se
arriscar em novos relacionamentos mantendo as mesmas fragilidades do passado.
Minha mãe uma vez me disse: “Namoro bom é aquele que você
consegue dedicar a si a mesma quantidade de carinho e tempo que dedica a ele”.
Sábias palavras de D. Lalinha!!
Os escritos de Livinha...
Recebi um e-mail de minha sobrinha, leitora e futura colaboradora do blog. Pensamento bastante interessante para compartilhar.
Fiquei encantada com o que ela escreveu!!! Para não perder a originalidade o texto está sem nenhum tipo de edição. Fofo demais!!!
" Nós as vezes achamos a nossa vida uma droga, mas com certeza você vai
estar sempre errado por mais que você ache isso você nunca vai saber o
que é a vida. Podemos até mesmo nos enganar bastante com o que
dizemos, pensamos ou até mesmo temos certeza. Muitos acham que a
preferência do outros não importa ou até mesmo as opiniões não contam,
mas por mais importante que você ache qualquer coisa não se esqueça
da vida pois um dia ela irá acabar e você não curtiu nada ..."
Lívia Morais, 08 anos
sábado, 7 de janeiro de 2012
Revirando memórias
Porque é tão necessário o
silêncio e o sofrimento? Ninguém gosta de sofrer nem muito menos de ficar
sozinho, porém já me convenci que ambos são extremamente necessários.
Quando existe muito movimento ao
nosso redor, muitas pessoas e informações é praticamente impossível prestar
atenção no que está calado, guardado numa gavetinha escondida no coração. É justamente
na hora que trancamos a porta do quarto que os medos e tudo aquilo que todo
mundo procura esconder aparece.
Na maioria das vezes fingimos
sermos fortes, sensatos, corretos, poderosos, mas no fundo, todos nós sabemos
que não passamos de pessoas vulneráveis a nossas escolhas, às escolhas de quem
amamos e por aí vai... Somos tão fracos como qualquer um e ninguém é tão forte
que nunca tenha se desesperado. Jesus chorou no horto do Getsamani, mostrando
com isso que a fragilidade faz parte da nossa condição humana e ele como Deus
humanado, também chorou, recorreu a Deus e pediu forças para suportar o
momento.
Venho aprendendo diariamente que,
apesar de ser um processo difícil, o silêncio e o afastamento oportuno nos auxiliam
a organizar melhor pensamentos e sentimentos. É justamente quando estou só, que
eu me desnudo, fico cara a cara com meus problemas e enxergando-os consigo
trabalhá-los. Dói, a gente chora, se desespera, mas isso nos faz lembrar que
desde o momento que chegamos a este mundo não estamos sós e existe Alguém que
conhece nossos defeitos muitos mais que nós mesmos e nos ama mesmo assim.
Através deste Amor Ele nos permite mudar, amadurecer e evoluir.
Se não fosse essas “quedas
necessárias” acredito que teríamos muitas dificuldades em procurar Deus. Não
que ele apareça apenas no sofrimento, nós é que insistimos em enxergá-lo apenas
nestas circunstâncias. Quando tudo está conforme esperamos nossa visão fica
turva e o coração eufórico, acabamos por nos esquecer do caminho que
percorremos e do auxílio que recebemos.
Precisamos criar o hábito de sempre
voltar o olhar para trás, se não nós acabamos por esquecer que a dificuldade de
ontem foi o alicerce p/ alegria que estamos vivendo hoje.
"Revirar
Alegrias e lamentos
Entender, que só mesmo o próprio tempo
Nos dará, todas as respostas" (Recomeçar - Tânia Mara)
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Tráfego de Sentimentos
Há sempre aqueles dias em que estamos pensativos, distantes. Tudo parece estar em uma outra dimensão. São os dias em que necessitamos ver tudo de um ângulo mais completo e mais neutro.
Nessas horas a melhor solução é o afastamento temporário de tudo aquilo que nos intriga ou nos inquieta. Afastar-se, nestes casos, não é uma mera forma de fugir dos problemas, mas sim de reconhecer que para cada passo mal dado existe uma conseqüência destruidora na vida e nos corações. Evitar isto é a escolha de pessoas conscientes e sensatas que enxergam no distanciamento não uma fraqueza, mas uma fortaleza.
Buscar meios de superação, adentrar-se no seu interior e encontrar suas próprias respostas só se torna possível a partir do instante que descobrimos que só a cabe a nós, apenas a nós, trilhar o caminho de nossa própria felicidade. E como encontrar a felicidade se, neste instante, os sentimentos se encontram tão confusos e perdidos que já não conseguem fazer sentir a paz tão esperada?
Eles não deixaram de existir, nem tão pouco diminuíram... Quem sabe até estão mais intensos! Só estão sendo vividos de forma equivocada... o que é para proporcionar conforto gera inquietação, o que é para gerar paz gera conflito, o que é para gerar mais amor gera ciúme.
É nessas horas que um passo para trás sai mais em conta que permanecer com os pés atolados no local em que se está. Um passo para trás pode trazer uma caminhada inteira pela frente. É isso que se espera quando se busca enxerga o problema pelo ângulo mais distante que existe, vê-lo de forma impessoal, tentando deixar de lado as convicções, certezas, mágoas e, principalmente, as influências externas.
Este passo em momento algum se torna sinônimo de desistência ou abandono. Ele é contrário a tudo que se refere à negação. Ele nada mais é que a convicção de que não se trilha descalços caminhos repletos de pedregulhos, de que não se anda muito quando se está fadigado. Parar é reiterar-se e permanecer na caminhada.
Em todas as circunstâncias de nossas vidas o termo “pare” deve ser usado como estratégia e não ser visto como falta de estímulo. Ao olhar o tráfego de automóveis percebemos que o sinal vermelho nas encruzilhadas não está indicado para que não seja seguido o caminho, mas sim pedindo atenção e paciência para que também os demais possam trafegar na mesma.
Assim acontece conosco nos tráfegos de sentimentos. Muitas vezes é necessário que um reduza a intensidade para que os outros possam trafegar.
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