Eu me
considero uma pessoa que possui escolhas e capacidade de escolher. Se hoje eu
tenho autonomia para analisar e escolher uma proposta de trabalho, uma
possibilidade de compra porque não posso, também, decidir o que eu aceito ou
não em um relacionamento. Não é porque eu gosto de alguém que preciso aceitar
todas as regras impostas. Eu também tenho as minhas opiniões e quem quiser
estar ao meu lado precisa, no mínimo, respeitá-las. Não encaro isto como
egoísmo, mas como auto-respeito, e dele, felizmente, não abro mão.
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